Archive for the ‘Comentário’ Category

Mais Twitter…

Quinta-feira, Julho 9th, 2009

Exatamente um dia após eu ter postado um artigo sobre o Twitter que pode ter causado um certo “desconforto” aos aficcionados pelos modismos em tecnologia, leiam o que foi divulgado nos EUA:

09 de Julho de 2009

FUTURO DO TWITTER É VISTO COM PESSIMISMO POR EXECUTIVOS DE MÍDIA NOS EUA

Apesar da crescente popularidade e exposição do Twitter, o microblog corre o risco de nunca ser capaz de gerar lucro ou de ser adquirido. Esta foi a conclusão de alguns executivos do mercado durante a conferência anual Allen & Company Sun Valley Conference, evento promovido desde 1983 pelo fundo de investimentos Allen & Company, que reúne líderes de negócios na cidade de Sun Valley, em Idaho, nos Estados Unidos.

De acordo com uma reportagem do jornal The Wall Street Journal, que teve acesso a opiniões dos participantes da conferência, o presidente da empresa Liberty Media, John Malone, e o principal executivo da empresa de internet IAC/Interactive Corp., Barry Diller, fizeram previsões pessimistas sobre o futuro do Twitter, em termos de geração de receita.

Malone declarou ao jornal não acreditar que um modelo de publicidade faça sentido no Twitter, mas que há alguma esperança em um formato de assinaturas pagas. “Cedo ou tarde as pessoas vão querer pagar por estes serviços”, afirmou.

Rupert Murdoch, proprietário do grupo de mídia News Corp., também não demonstrou muita esperança em relação ao modelo de negócios do Twitter. Quando questionado se tinha interesse em comprar o microblog, o executivo respondeu que este seria “um investimento difícil de justificar porque ainda não mostrou um caminho sustentável para fazer dinheiro”, o que basicamente significa “não”. A mesma negativa foi dada por Murdoch quando questionado se venderia a rede social do grupo, o MySpace, que encerrou e restruturou recentemente uma série de operações internacionais, incluindo o MySpace Brasil.

Evan Williams, co-fundador e principal executivo do Twitter, também participou da conferência. O executivo se manteve calado e evitou os repórteres ao final do debate, observou o Wall Street Journal.

Embora os principais nomes da mídia norte-americana achem difícil que os usuários paguem por serviços como o Twitter ou a rede social Facebook, a resposta pode estar na publicidade. Michael Arrington, do blog TechCrunch, escreveu que ninguém era capaz de imaginar que o Google faria dinheiro, no início, “e agora veja o que aconteceu”, ele comenta.

Por Brennon Slattery, da PC World, em São Francisco (EUA).

A ignorância tem cura……a ESTUPIDEZ não !!!

Quinta-feira, Janeiro 8th, 2009

“Li o artigo que reproduzo abaixo, escrito por João Pereira Coutinho, colunista da Folha, e achei por bem, publicá-lo mais uma vez, para que os famosos ou não, políticos ou não, espertalhões ou não, e outros estúpidos de plantão tirem suas conclusões antes de falarem mais besteiras como estão acostumados, ao comentarem coisas que não tem o menor conhecimento.”

Israel está novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito.

Não vou gastar o meu tempo tentando convencer os leitores sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história…..

Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.

Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.

Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.

Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.

É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.

Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos “dois Estados”. O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?

Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.

Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.

Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.

Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.

Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para “riscar o Brasil do mapa”.

Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está “Brasil”, leiam “Israel”. Onde está “Uruguai”, leiam “Gaza”. Onde está “Argentina”, leiam “Irã”. Onde está “América Latina”, leiam “Oriente Médio”. E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.

Faz tempo….

Quarta-feira, Novembro 26th, 2008

Pois é gente, estou aqui de volta.

Confesso que quase morri de vontade escrever um monte de coisas por ocasião do início das campanhas políticas que visavam as eleições desse ano - 2008.

Vi, li e ouvi muita babogem, e analisando sob o ponto de vista de marketing, que é o objetivo desse blog, eu iria literalmente desopilar o fígado, mas acho que ninguém aproveitaria nada, principalmente a maioria dos políticos ignorantes e mau carater que aparecem sempre nesses momentos, sempre acompanhados dos seus “marqueteiros” igualmente qualificados.

Não aproveitariam sequer as críticas ou orientações simplemente por falta de um mínimo de cultura, de bom senso, de percepção intra e extra-corpórea.

Durante esse período longe aqui do blog, me dediquei bastante às atividades profissionais, que aliás são o meu ganha pão….ganha biscoitinho,….e as vezes até uma geléiazinha.

Estou trabalhando a praticamente 3 anos num projeto que já teve vários nomes para identificá-lo, mas hoje a moda é chama-lo de “Cloud Computing”, ou computação na nuvem em português.

A mídia especializada em tecnologia, está escrevendo muito em torno desse assunto, e as maiores empresas de tecnologia e internet, vem alimentando esses comentários com tudo que possuem em termos de “artilharia”.

Mas outra vez o filme é repetido!

Fala-se muito, escreve-se mais ainda, e na hora do vamos ver como funciona, as vezes sequer existe.

Nada completo, parece até que na correria e na ansiedade para falar de algo novo, acabam dizendo que já desenvolveram, testaram, etc. Até pelo meu projeto já passou gente com essa disposição para mentir.

Bem parecido com política, não é mesmo.

Mas vamos em frente, estou preparando comentários a respeito de muita coisa que está rolando no mundo da tecnologia, dos nerds, dos avanços que chegam cada vez mais atrasados, e da ginástica que algumas empresas se dispõem a fazer para não serem afetadas por essa crise que já bateu na porta e está dentro da nossa casa e só o Lula não sabia…….de novo.

Até  o próximo post.